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Equipamento Guitarra: Fender Strato Amplificador: Mesa Boogie Mark IV Efeitos: TC Electronic G-Major, Dunlop Crybaby, Dunlop Volume Pedal, Boss AC-3 Acoustic Simulator Acessório: Behringer FCB-1010 Gustavo e Rico compartilham o sintetizador Roland XV-5080 e o seqüenciador Roland MC-50 MKII. |
Rico Mendes
Não foi por causa do Rush que comecei a tocar. Longe disso: quando ouvi pela primeira vez “Tom Sawyer”, achei que aquilo era som de banda de mulher (!), e eu não curtia mina no vocal. Mais tarde, quando já sabia acordes mais que o bastante para tocar punk, não gostava de Rush porque tinha efeito na guitarra (!). Logo que embarquei no heavy, achava o Rush técnico demais. Até que um amigo punk (!) me emprestou o Fly By Night, o LP da coruja, mamãe coruja. Ela me embalou com “Rivendell”, e não parei mais.
A partir de então, quanto mais mergulhava na discografia, mais desistia dos preconceitos da minha adolescência, e percebia que o mundo gira em torno do Rush (é sério!). Daí a fazer cover levou um mundo, ou melhor, dois: um eu demoli, para ceder a outro maior e ainda em construção. Tenho que confessar uma coisa: quando se fala em Rush, tô sempre enganado. Para enviar e-mail para o Rico, clique aqui. |
Poucas e boas Rush é: um aprendizado |
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