Equipamento

Bateria: Yamaha DP Series, 6", 8", 10", 12", 13", 16", 22"

Pratos: chimbal Zildjian A 14", crash Zildjian K 15", splash Zildjian Avedis 8", crash Zildjian A 16", crash Zildjian K 18", ride Zildjian Schimitar 20", china Zildjian Trash 18"

Percussão: carrilhão, bloco sonoro

Fábio Berga
Bateria

   

Fazer o que o “homem” faz não é fácil. Neil Peart é uma escola, é o professor. Tem gente que não gosta de Rush, mas o Neil é respeitado por qualquer baterista que se preze. Podem até não dar um centavo para a banda, mas a habilidade do cara criou o mito da moeda. Impagável.

   

Bom, não sou de escrever como o Neil. Mas é preciso que as linhas de bateria estejam na ponta do lápis, certo? Bom, tento tocar como ele, mas é impossível haver dois Pearts. O que sei fazer dele aprendi ouvindo, claro, Rush, e estudando na ULM. A noite me ensinou um pouco de improviso no equipamento, já que é impossível haver duas baterias do Peart.

E o resto é aquela cara fechada e preocupada em não perder a pose. Ah, isso é fácil para qualquer baterista. Tem alguma coisa entre a gente que guitarristas e baixistas nunca vão entender...

Para mandar e-mail para o Fábio, clique aqui.

Poucas e boas

Rush é: pula...

Músicas: hum... me pegou!

Além de Rush: Rush o quê?

Músicos: ah, eles são em três!